Diogo Elzinga

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About Diogo Elzinga

Eis que, a vocês, aparece um ser vivo chamado Elzinga, que aleatoriamente começa a fazer vídeos para internet no auge da crise brasileira no início de 2016. Isso é o que normalmente as pessoas enxergam, mas a graça de cada feito está na história - esta que muitas vezes não nos interessamos. Então, bora conhecer um pouco, gatedo?

Diogo Elzinga - sim, Elzinga é um sobrenome, de origem holandesa -, 28 anos, gaúcho de Passo Fundo, residente em Caxias do Sul, criado em Chapecó e tão indeciso sobre a vida quanto qualquer outro ser respirante deste planeta. É formado em jornalismo, tem registro de ator, já apresentou peças de teatro, teve um programa de televisão local chamado Entubo na TV (não pesquise isso no YouTube, por favor), e trabalhou 8 anos na metalúrgica.

Você pensa que a vida é fácil? Não, fácil é a fase 1 do Super Mario. Já pintou ônibus, já soldou, já aprendeu a desenhar em computador, já trabalhou com comercial, já foi analista de inteligência de mercado (só o nome da função era bonito) e também trabalhou com marketing e mídias sociais. E olha só, tudo isso na mesma empresa durante estes oito anos. Que exemplo de funcionário, hein?! Não!

Como na vida tudo são experiências e vivemos numa eterna insatisfação (que bom, né?!), resolveu colocar o pescoço em risco e pediu para ser mandado embora desta empresa. Com os pilas do acerto (vulga rescisão), foi viajar para o Canadá, melhorou seu inglês e fez a maior viagem da sua vida, quando atravessou os EUA de norte a sul, e depois voltou, em 15 dias de carro. Mas isso ninguém sabia.

Mas na vida nem tudo são flores, a menos que você seja floricultor. Quando retornou à sua amada e desejada residência a água bateu no seu traseiro, as contas continuaram chegando, mas a grana parou de entrar.

Ó CÉUS, O QUE FARÁS TU, MEU FILHO?
“Vou fazer vídeos para a internet”, pensou. Só pra situar, agora estamos em fevereiro de 2016. Fez um vídeo, “UAU”, disse a família. Fez outro vídeo “AGORA PODE PARAR”, disseram depois. Afinal, Elzinga, como ficou conhecido, estava se expondo demais, e isso não é coisa que se faça.

“Vá procurar um emprego”, foi a frase mais ouvida/lida/pensada/recebida do além, naquela época. Mas Elzinga, não se deixou abater. Enquanto as pessoas duvidavam dele (inclusive ele mesmo duvidava de si), ergueu a cabeça, estufou o peito, fez de conta que era uma pomba, e defecou para o mundo. E, em 3 meses, conseguiu seu primeiro cliente.

Nesse momento o “vá procurar um emprego” se tornou “eu sempre acreditei em ti”, e aos poucos começou a ver pessoas se interessando cada vez mais em seu trabalho. Começou a influenciar outras pessoas que desejavam fazer o mesmo que ele. Se tornou conhecido, ou “famoso” como costuma ouvir das pessoas.

MAS O QUE É SER ISSO? FAMOSO É COISA DE NOVELA!
Pois é, isso antes do milagre divino chamado internet. Mesmo assim, famoso é uma palavra que sempre o desconserta. Elzinga nunca aprendeu como uma pessoa pública deve se comportar. Ainda mais uma pessoa que nasceu na terra da zoeira. O que esperar? NADA, apenas uma pessoa normal que todo mundo conhece. Tipo aquele morador de rua que vive pedindo dinheiro pra comprar cachaça.

Mas aos poucos ele percebe que pode ir além do humor, já que a comédia nunca foi seu grande forte. Elzinga é um típico exemplo do brasileiro bipolar que não sabe o que quer da vida. Por isso, começou a investir em pessoal, em equipamentos, em roteiros, e entendeu que a facilidade da internet não foi feita só pra fazer as pessoas rirem, mas também pra levar conhecimento a elas (vejam o primeiro e último vídeo do canal dele, é sério). E se levar conhecimento pode fazer uma pessoa rir, então parece que encontramos o significado da vida, certo? Pra ele sim.

Hoje, Elzinga leva sua vida em busca de uma eterna inovação para seu canal, com novas ideias, novos tiros no escuro, muitas caras na parede, poucos acertos, mas com um foco muito bem definido do que ele quer para a sua vida:

JAMAIS SER ESQUECIDO!

Afinal, quem muito se ausenta chega uma hora que deixa de fazer falta.
Um beijo nessas tetas e uma ótima vida a todos.

PS: Espero que no próximo texto eu possa explicar como eu consegui fazer 1 bilhão de pilas com essa função que eu arranjei pra mim mesmo.

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